Goiás, coração do Brasil.
Brasileiro genuíno.
Cheiros, temperos, aromas de terra.
Muitas pedras, morros.
Religiosidade marcante.
Divino, igrejas.
Janelas... Quantas janelas!
Antigas, carcomidas, patinadas pelo tempo...
Ponte da Lapa, Rio Vermelho, vermelho.
Cora ainda espia pela janela e ora para o seu Rio Vermelho.
Dá pra sentir a sua presença na cozinha,
onde me sinto uma visita à espera do doce ficar pronto.
Goiás, velho Goiás!
Vila Boa.
Cidade agradável.
Cheia de novidades para o meu paladar.
Bolinho de arroz feito no forno para tomar com café quentinho.
E é doce, feito com a farinha do arroz.
Rosas de coco...lindas! _ Pecado comê-las.
Doce de limão galego com doce de leite, combinação audaciosa.
Experimentei o famoso empadão goiano com palmito de guariroba(AMARGA!).
E os alfenins? Delicadas esculturas de açúcar.
Realmente, não dá pra experimentar de tudo.
Quantos becos!
Ruas estreitas.
Pequenas ladeiras.
Muito sol. Muito sol. Mesmo!
Lá as senhoras andam com sombrinhas.
Palácio dos Arcos, sede do governo de áureos tempos.
Casa de Goiandira, artista das areias coloridas.
Museu das Bandeiras, recheado de história.
Goiás, velho Goiás.
Mistura perfeita das três etnias que formam o meu país.
Goiás de Anhanguera.
Goiás de tantos artistas.
Goiás de doces,
de rios,
de sol,
de pedras,
de igrejas,
de chafarizes,
de becos.
Goiás de história
e de estórias.
E agora,
Goiás de saudade...
quinta-feira, 23 de julho de 2009
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Rita, que lindo! Eu que sempre gostei de escrever coisas vindas do coração, fiquei maravilhada com um Goiás que eu não conhecia, mesmo tendo ido pra lá uma vez. Com certeza, a gente sente que as suas palavras também vieram do coração, coração de mãe, de filha, de artista, de amor pelas estórias e pelas pessoas que as contam. Parabéns, amiga!
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