Criativa, obsevadora, forte, amável, intensa, determinada, inteligente, sagaz, incansável, autêntica, são alguns dos adjetivos para tentar descrever essa mulher que escolheu o próprio nome, sim porque Cora Coralina deixou de ser apenas um pseudônimo literário e passou a representar a fama de uma franzina senhora do interior de Goiás, que escrevia poemas e contos e fazia doces.
Os turistas a procuravam para comprar doce de cajuzinho do cerrado, doce de figo, de laranja, de abóbora, de leite, de cidra, de limão, de amendoim e ouvir suas estórias. A maioria das frutas, Cora pegava no seu quintal, de terras férteis vizinhas ao Rio Vermelho. O cajuzinho, a molecada ia buscar pra ela nas matas das proximidades, afinal era garantido o pagamento em espécie.
E assim Cora contruiu sua obra: "Poemas dos Becos de Goiás e Estórias Mais", " O Tesouro da Casa Velha", "Vintém de Cobre", "Meu Livro de Cordel", Villa Boa de Goyaz", "Estórias da Casa Velha da Ponte", além de vários poemas publicados como literatura infanto-juvenil, como "O Prato Azul Pombinho", "Poema do Milho", "A Moeda de Ouro que Um Pato Engoliu", entre outros.
domingo, 9 de agosto de 2009
Assinar:
Postar comentários (Atom)

Nenhum comentário:
Postar um comentário